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Administração Financeira - Aula 3

Aula 03 - Demonstrações Contábeis, Impostos e Fluxo de Caixa

Demonstrações Contábeis, Impostos e Fluxo de Caixa

O balanço patrimonial

O balanço patrimonial é um instantâneo da empresa. Ele é um modo conveniente de organizar e resumir aquilo que ela possui (seu ativo), o que ela deve (seu passivo) e a diferença entre os dois (o patrimônio líquido da empresa) em determinado momento. O lado esquerdo, estão relacionados os ativos da empresa e, no lado direito, os passivos (as obrigações assumidas pela empresa) e o patrimônio líquido.

Ativos: o lado esquerdo

Os ativos são classificados como circulantes ou não circulantes. Um ativo não circulante é aquele que tem uma vida relativamente longa. Um tipo de ativo não circulante é o imobilizado † , que é tangível, como um caminhão ou um computador, outro é o intangível, como uma marca registrada ou uma patente. Um ativo circulante tem uma vida menor do que um ano. Isso significa que o ativo se converterá em caixa em até 12 meses. Por exemplo, os estoques normalmente são comprados e vendidos em um ano e, assim, são classificados como ativos circulantes.

Obviamente, o caixa é um ativo circulante. As contas a receber (dinheiro devido à empresa por seus clientes) também são um ativo circulante.

Passivos e patrimônio líquido: o lado direito

As obrigações da empresa são o primeiro item relacionado no lado direito do balanço patrimonial. Elas são classificadas como passivo circulante ou passivo não circulante (as exigibilidades a longo prazo). O passivo circulante, assim como o ativo circulante, tem uma vida menor do que um ano (precisa ser pago em até um ano) e está relacionado antes das exigibilidades a longo prazo. As contas a pagar (dinheiro que a empresa deve a seus fornecedores) são um exemplo de um passivo circulante.

Uma dívida que não vence no próximo ano é classificada como um exigível a longo prazo, no passivo não circulante. Um empréstimo que a empresa pagará em cinco anos é um exemplo de dívida de longo prazo. As empresas fazem empréstimos a longo prazo de várias fontes. Usaremos frequentemente os termos título de dívida e detentores de títulos de dívida de forma genérica para nos referirmos à dívida de longo prazo e a credores de longo prazo respectivamente.

Finalmente, por definição, a diferença entre o valor total dos ativos (circulantes e não circulantes) e o valor total dos passivos (circulantes e não circulantes) é o patrimônio líquido também chamado de capital próprio. Essa forma de apresentação do balanço patrimonial se destina a refletir o fato de que, se a empresa vendesse todo o seu ativo e utilizasse o dinheiro para pagar suas dívidas, então qualquer valor residual pertenceria aos seus acionistas. Assim sendo, o balanço patrimonial “se equilibra”, porque o valor do lado esquerdo é sempre igual ao valor do lado direito, ou seja, o valor dos ativos da empresa é igual à soma das obrigações da empresa com o patrimônio dos seus acionistas 1 :

\begin{equation} ativos = passivos + p.líquido \end{equation}

Esta é a identidade, ou a equação do balanço patrimonial, e sempre é verdadeira, porque o patrimônio líquido é definido como a diferença entre o ativo e o passivo.

Capital circulante líquido

A diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante de uma empresa é chamada de capital circulante líquido. O capital circulante líquido é positivo quando o ativo circulante tem valor maior que o do passivo circulante. Com base nas definições do ativo circulante e do passivo circulante, isso quer dizer que o dinheiro disponível nos próximos 12 meses excederá o dinheiro a ser pago no mesmo período. Por isso, o capital circulante líquido, em geral, é positivo em uma empresa saudável.

Exemplo 1

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A empresa em questão é a Portobello.

Exemplo 2

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A empresa em questão é a Positivo Tecnologia.

Exemplo 3

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A empresa em questão é a Kroton.

Examinando o balanço patrimonial

A estrutura de ativos de determinada empresa reflete seu ramo de negócios e também as decisões dos gestores sobre a quantidade de dinheiro e de estoque que devem ser mantidos, sobre a política de crédito, sobre a aquisição de ativos não circulantes, etc.

Existem três coisas especialmente importantes quando se examina um balanço patrimonial: liquidez, dívida versus patrimônio e valor de mercado versus valor contábil.

Liquidez

A liquidez se refere à velocidade e à facilidade com as quais um ativo pode ser convertido em caixa. O ouro é um ativo com relativa liquidez, ao contrário de uma instalação fabril especializada. Na verdade, a liquidez tem duas dimensões: facilidade de conversão versus perda de valor. Todo ativo pode ser convertido em caixa de maneira rápida se reduzirmos suficientemente o seu preço. Um ativo com alta liquidez, portanto, é aquele que pode ser vendido rapidamente sem perda de valor. Um ativo sem liquidez é aquele que não pode ser convertido rapidamente em caixa sem uma redução substancial no seu preço.

Geralmente, os ativos são listados no balanço patrimonial por ordem decrescente de liquidez, ou seja, os ativos com maior liquidez aparecem primeiro. O ativo circulante tem liquidez relativa e inclui o caixa e os ativos que esperamos converter em caixa nos próximos 12 meses. As contas a receber, por exemplo, representam os montantes por vendas realizadas que ainda não foram pagos pelos clientes. Naturalmente, esperamos que eles se convertam em caixa no futuro próximo. O estoque provavelmente é o ativo circulante menos líquido, pelo menos no caso de muitas empresas.

Em sua maioria, os ativos imobilizados são relativamente ilíquidos. Eles consistem em itens tangíveis, como prédios e equipamentos, que nunca são convertidos em caixa durante as atividades normais da empresa (obviamente, eles são usados para gerar caixa). Os intangíveis, tais como uma marca registrada, não têm existência física, mas podem ser muito valiosos. Assim como os ativos imobilizados, eles não se convertem normalmente em caixa e, em geral, são considerados ilíquidos.

A liquidez é valiosa. Quanto maior a liquidez de um negócio, menor a probabilidade de passar por problemas financeiros (ou seja, de ter dificuldades em pagar as dívidas ou comprar os ativos necessários). Infelizmente, a manutenção de ativos líquidos, em geral, é pouco lucrativa. Por exemplo, o caixa é o mais líquido de todos os investimentos, mas, às vezes, não resulta em lucro algum – ele só fica lá, parado. Portanto, é preciso ponderar as vantagens da liquidez com a perda de lucros potenciais.

Dívida versus patrimônio

Na medida em que uma empresa toma dinheiro emprestado, ela em geral dá prioridade ao pagamento de credores. Os proprietários têm direito apenas ao valor residual, a parte que sobra após o pagamento aos credores. O valor dessa parte residual é seu patrimônio na empresa, que é exatamente o valor do ativo menos o valor dos passivos:

\begin{equation} p.líquido = ativos - passivos \end{equation}

Isso é válido no contexto contábil porque o patrimônio líquido é definido como essa parte residual. Mas o mais importante é que isso é verdadeiro no sentido econômico. Se a empresa vender seu ativo e pagar suas dívidas, o dinheiro que restar pertence aos acionistas.

O uso de dívidas na estrutura de capital de uma empresa é chamado de alavancagem financeira. Quanto maior a sua dívida (como porcentagem do ativo), maior é o seu grau de alavancagem financeira. Como discutiremos em capítulos posteriores, dívidas funcionam como uma alavanca, porque podem ampliar muito tanto os lucros quanto as perdas. Assim, a alavancagem financeira não só aumenta a recompensa potencial para os acionistas, como também aumenta o potencial de problemas financeiros e de fracasso nos negócios.

Valor de mercado versus valor contábil

Os valores mostrados no balanço patrimonial para os ativos de uma empresa são valores contábeis e geralmente não representam aquilo que o ativo realmente vale. As demonstrações contábeis, em geral, mostram os ativos com seu custo histórico. Em outras palavras, os ativos são “passados para os livros” com o valor que a empresa pagou por eles, independentemente de quando tenham sido comprados ou de quanto valem no momento. No Brasil, a partir da adoção das normas IFRS, as demonstrações contábeis devem refletir o valor recuperável dos ativos, ou seja, se o custo histórico residual de um ativo não puder ser recuperado, o valor contábil deve ser ajustado ao seu valor recuperável.

No caso do ativo circulante, o valor de mercado e o valor contábil podem ser muito similares, uma vez que o ativo circulante é comprado e convertido em caixa em um período relativamente curto. Em outras circunstâncias, os dois valores podem diferir muito. Além disso, no caso de um ativo não circulante, seria uma mera coincidência se o valor de mercado real (aquele pelo qual o ativo seria vendido) fosse igual ao valor contábil. Por exemplo, uma estrada de ferro poderia possuir enormes extensões de terras que foram compradas há um século. Aquilo que a estrada de ferro pagou por aquela terra poderia ser centenas ou milhares de vezes menor do que o valor atual da terra. Entretanto, pela norma do US GAAP o balanço patrimonial mostraria o custo histórico. Nas normas IFRS, o valor contábil deve ser ajustado ao valor econômico corrente do ativo; entretanto, o valor recuperável e o valor justo dos ativos podem resultar de estimativas realizadas em um momento que antecedeu a divulgação contábil, com o que o valor efetivo de mercado pode ser diferente do valor contábil dos ativos.

A diferença entre o valor de mercado e o valor contábil é importante para entender o impacto dos lucros e das perdas demonstrados. Por exemplo, no início do capítulo, discutimos as enormes despesas que afetaram lucros da GM. O que aconteceu realmente foi que essas despesas resultaram de mudanças na regra contábil que levaram a reduções no valor contábil de determinados tipos de ativos. Entretanto, uma mudança nas regras contábeis por si só não tem efeito sobre aquilo que os ativos em questão realmente valem. Em vez disso, o valor de mercado de um ativo depende de coisas como o nível de risco desse ativo e os seus fluxos de caixa, mas nenhuma delas tem a ver com a contabilidade. Porém, sob as normas internacionais de contabilidade adotadas pelo Brasil, sempre que houver mudança relevante nas perspectivas de geração de caixa por parte de um ativo, o seu valor contábil deverá ser ajustado para refletir essa mudança. Quando uma mudança dessa natureza ocorrer, a administração da empresa deverá realizar o chamado teste de recuperação de ativos (impairment test) e ajustar o valor contábil ao resultado dessa avaliação (ajuste ao valor recuperável).

O balanço patrimonial é potencialmente útil para diferentes partes. Um fornecedor poderia ver o volume das contas a pagar para estimar a pontualidade da empresa no pagamento de suas contas. Um credor em potencial examinaria a liquidez e o grau de alavancagem financeira. Os gestores podem rastrear o total de caixa e de estoques que a empresa tem em mãos.

Gestores e investidores, com frequência, têm interesse em saber o valor da empresa. Essa informação não está no balanço patrimonial. O fato de os ativos do balanço patrimonial serem registrados com o valor de custo recuperável estimado pela administração não significa que há necessariamente uma conexão entre os ativos totais mostrados e o valor da empresa. Sem dúvida, muitos dos ativos mais valiosos que ela pode ter – boa administração, boa reputação, funcionários talentosos – nem mesmo aparecem no balanço patrimonial.

Da mesma forma, os números que refletem o patrimônio líquido do balanço patrimonial e o valor das ações não necessariamente estão relacionados. Por exemplo, no início de 2008, o valor contábil do patrimônio líquido da IBM era cerca de $28 bilhões, enquanto o seu valor de mercado era de $164 bilhões. Na mesma época, o valor contábil do Google era $23 bilhões, enquanto o valor de mercado era de $136 bilhões.

Portanto, para os gestores financeiros, o valor contábil das ações de uma empresa não é uma preocupação essencial; o que importa é o seu valor de mercado. Daqui por diante, sempre que falarmos do valor de um ativo ou do valor da empresa, normalmente estaremos nos referindo ao seu valor de mercado.

A demonstração de resultados do exercício

A demonstração de resultados do exercício mede o desempenho em um período, normalmente um trimestre ou um ano. A identidade da demonstração de resultados é:

\begin{equation} Resultados = Receitas - Despesas \end{equation}

Se você entender o balanço patrimonial como um instantâneo, então poderá imaginar a demonstração de resultados como uma filmagem do período entre uma foto anterior e outra posterior.

Os primeiros itens relatados em uma demonstração de resultados, em geral, são a receita e as despesas das operações continuadas da empresa. As outras partes incluem, entre outras, as despesas gerais e administrativas e as despesas de financiamento, como os juros pagos. Em seguida, são destacados os impostos. O último item é o lucro líquido, a assim chamada última linha. Uma linha adicional pode trazer a informação do lucro líquido expresso em relação ao número de ações o chamado lucro por ação (LPA).

Ao examinar uma demonstração de resultados, o gestor financeiro precisa ter em mente três coisas: os princípios contábeis, os itens de caixa versus os itens que não afetam o caixa e o tempo e os custos.

Princípios contábeis

Uma demonstração de resultados preparada de acordo com os princípios contábeis mostra a receita conforme ela ocorre. Isso não é necessariamente quando o dinheiro entra. A regra geral (o reconhecimento ou realização) é reconhecer a receita quando o processo de lucros está praticamente completo e o valor de uma troca de bens ou de serviços é conhecido, ou pode ser determinado de modo confiável. O princípio contábil que rege esse procedimento é o princípio da competência. Na prática, esse princípio, em geral, significa que a receita é reconhecida no momento da venda, que não precisa, necessariamente, ser o momento do recebimento no caixa.

As despesas apresentadas na demonstração de resultados também se baseiam no princípio da competência, pelo qual as despesas são confrontadas com as receitas. A ideia básica é: primeiro determinar as receitas descritas anteriormente e, em seguida, compará-las com os custos associados à sua produção. Dessa forma, se fabricarmos um produto e o vendermos a crédito, a receita é realizada no momento da venda. Os custos de produção e outros custos associados à venda do produto também serão reconhecidos naquele momento; aqui também os fluxos reais de saída de caixa podem ter ocorrido em um momento muito diferente. Como resultado da maneira como as receitas e as despesas ocorrem, os números mostrados na demonstração de resultados podem ser totalmente diferentes dos fluxos reais de entrada e de saída de caixa que ocorreram durante determinado período.

Itens que não afetam o caixa

Outro motivo pelo qual a receita contábil difere do fluxo de caixa é que uma demonstração de resultados de exercício contém itens que não afetam o caixa. O item mais importante que não afeta o caixa é a depreciação. Suponhamos que uma empresa compre um ativo por \$5.000 e pague à vista. Obviamente, ela tem um fluxo de saída de caixa de \$5.000 no ato da compra. Entretanto, em vez de deduzir os \$5.000 como uma despesa no momento da aquisição, um contador poderia depreciar o ativo ao longo de um período de cinco anos.

Tempo e custos

Quase sempre é útil pensar no futuro como se tivesse duas partes distintas: o curto e o longo prazo. Esses não são períodos exatos. A distinção leva em conta os custos, se são fixos ou variáveis. No longo prazo, todos os custos empresariais são variáveis. Com o devido tempo, o ativo pode ser vendido, as dívidas podem ser pagas, etc.

Entretanto, se nosso horizonte de tempo for relativamente curto, alguns custos são de fato fixos – eles têm de ser pagos de qualquer maneira (impostos prediais e territoriais e salários, por exemplo). Outros custos, como pagamentos a fornecedores, podem ser variáveis. Como resultado, mesmo no curto prazo a empresa pode alterar seus resultados por meio da variação das despesas nessas áreas.

A distinção entre custos fixos e variáveis pode ser importante para o gestor financeiro, mas o modo como os custos são registrados na demonstração de resultados não é um bom guia para identificar os custos. O motivo é que, na prática, os contadores costumam classificar os custos por produto ou por período.

Impostos

Os impostos podem ser uma das maiores saídas de caixa de uma empresa. Por exemplo, para o ano fiscal de 2007, os lucros da ExxonMobil antes dos impostos foram de aproximadamente \$71,88 bilhões. Sua carga tributária, incluindo todos os impostos pagos no mundo inteiro, foram surpreendentes \$29,86 bilhões, ou cerca de 41% de seus lucros antes dos impostos. Também no ano fiscal de 2007, a Walmart teve um lucro tributável de \$6,88 bilhões e a empresa pagou \$2,14 bilhões em impostos, uma alíquota tributária média de 31%.

O tamanho da carga tributária é determinado por meio do código tributário, um conjunto de regras alteradas com frequência. Nesta seção, examinamos as alíquotas tributárias da pessoa jurídica e mostramos como são calculadas. Se as diversas regras de tributação parecem um pouco estranhas ou complicadas, lembre-se de que o código tributário é o resultado de forças políticas, e não econômicas. Assim, não há motivo para que ele tenha sentido econômico.

links para leitura sobre como os impostos funcionam no brasil:

Fluxo de caixa

Fluxo de caixa é a diferença entre a quantidade de dinheiro que entrou e a quantidade que saiu. Por exemplo, se você fosse o proprietário de um negócio, poderia estar muito interessado na quantidade de caixa que realmente tirou da sua empresa em determinado ano. Como determinar essa quantidade é uma das coisas que discutiremos a seguir.

A partir da identidade do balanço patrimonial, sabemos que o valor do ativo de uma empresa é igual ao valor de seu passivo mais o valor do patrimônio dos acionistas. Da mesma forma, o fluxo de caixa dos ativos da empresa deve ser igual à soma do fluxo de caixa para os credores e do fluxo de caixa para os acionistas (ou proprietários).

Fluxo de caixa dos ativos

O fluxo de caixa dos ativos envolve três componentes: o fluxo de caixa operacional, os gastos de capital e a variação do capital circulante líquido. O fluxo de caixa operacional refere-se ao fluxo de caixa resultante das atividades diárias de produção e vendas. As despesas associadas ao financiamento dos ativos da empresa não estão incluídas porque não são despesas operacionais.

  • Fluxo de caixa operacional. Para calcular o fluxo de caixa operacional (FCO), devemos calcular as receitas menos os custos, mas não deduzir a depreciação, porque ela não é uma saída de caixa, nem incluir juros, porque são uma despesa de financiamento. Incluiremos os impostos, porque eles (infelizmente) são pagos à vista. (Lucros antes de juros e impostos (Lajir) + Depreciação - Impostos)
  • Gastos de capital. Os gastos líquidos de capital são apenas o valor gasto com ativos imobilizados menos o valor recebido da venda de ativos imobilizados. (Ativo imobilizado líquido final - Ativo imobilizado líquido inicial + Depreciação)
  • Variação do capital circulante líquido. Além de investir em ativo imobilizado, uma empresa também investirá em ativo circulante. (CCL final - CCL inicial)

Fluxo de caixa para credores e acionistas

  • Fluxo de caixa para os credores. O fluxo de caixa para os credores, às vezes, é chamado de fluxo de caixa para detentores de títulos de dívida; usaremos ambos os termos. (Juros pagos - Novos empréstimos líquidos)
  • Fluxo de caixa para os acionistas. (Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos - Aumento de capital)

Exercícios

1) O que é liquidez? Por que ela é importante?

2) O que significa alavancagem financeira?

3) Explique a diferença entre valor contábil e valor de mercado. Qual deles é mais importante para o administrador financeiro? Por quê?

4)Suponhamos que o fluxo de caixa dos ativos de uma empresa seja negativo em determinado período. Isso é necessariamente um bom ou um mau sinal?

5) Suponhamos que o fluxo de caixa operacional de uma empresa seja negativo durante vários anos consecutivos. Isso é necessariamente um bom ou mau sinal?

6) Ao comparar o lucro líquido contábil com o fluxo de caixa operacional, cite dois itens que normalmente são encontrados no cálculo do lucro líquido mas que não aparecem no fluxo de caixa. Explique o que cada um representa e por que é excluído do fluxo de caixa operacional.

7) A Exterminadores Tio Ratão S/A tem vendas de $586.000, custos de \$247.000, despesas de depreciação de $43.000, despesas de juros de \$32.000 e uma alíquota tributária de 34%. Qual é o lucro líquido dessa empresa?

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